terça-feira, 20 de setembro de 2011

dESNORTEADO

Leve pura madrugada
Rosa dos ventos
das almas perdidas
ouvi meus lamentos!
andando na chuva
na mais pura calma
Rosa dos ventos,
lavai minha alma!
na noite obscura
no trato da pele
suave textura
a quem se difere
da Rosa dos ventos
que trago na vida
sugai o veneno
e tratai da ferida
no fim da jornada
no toque da morte
outrora disposto
um tino de sorte
abrindo meus olhos
cansados e lentos
mas não existe sentido
pra Rosa dos Ventos...

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